Você já parou pra pensar como nossos avós viviam bem sem tanto remédio, sem academia cara e sem dieta complicada? Os hábitos saudáveis de antigamente eram simples, mas traziam resultados incríveis pra saúde do corpo e da mente.
Naquela época, as pessoas não precisavam de aplicativos pra lembrar de beber água, não contavam calorias e muito menos passavam horas na frente de telas. A vida era mais conectada com a natureza, com a família e com ritmos que respeitavam o próprio corpo.
O interessante é que a ciência moderna vem comprovando o que nossos ancestrais já sabiam na prática: esses costumes antigos realmente funcionam. Pesquisas mostram que muitos problemas de saúde atuais, como obesidade, ansiedade e doenças cardíacas, têm ligação direta com o abandono desses hábitos tradicionais.
Neste artigo, você vai conhecer 53 hábitos saudáveis de antigamente que podem transformar sua vida hoje. São práticas testadas por gerações, que não custam caro e podem ser aplicadas no seu dia a dia, mesmo com a correria moderna.
Vamos começar?
Índice do Artigo
TogglePor Que os Hábitos Antigos Funcionavam Tão Bem?
Antes de mergulhar na lista, é importante entender o contexto. Nossos avós não tinham acesso a fast-food, alimentos ultraprocessados ou sedentarismo extremo. A vida deles naturalmente incluía movimento, alimentação real e conexão social.
Um estudo publicado no The Lancet mostrou que populações que mantêm estilos de vida tradicionais apresentam índices muito menores de doenças crônicas como diabetes tipo 2 e hipertensão. A pesquisa apontou que a combinação de atividade física natural, alimentação não processada e ritmo de vida mais lento são fatores protetores significativos.
Além disso, os ritmos circadianos — nosso relógio biológico interno — eram naturalmente respeitados. Dormir quando escurecia e acordar com o sol não era filosofia, era necessidade. E isso fazia toda diferença na qualidade do sono e na saúde hormonal.
Os 50 Hábitos Saudáveis de Antigamente
Rotina e Ritmo de Vida Natural
1. Dormir cedo, logo após o escurecer
Sem energia elétrica abundante, as pessoas dormiam cedo porque simplesmente escurecia e não havia muito o que fazer. A maioria já estava na cama por volta das 20h.
A ciência confirma: um estudo da Universidade de Northwestern mostrou que a exposição à luz natural pela manhã regula melhor o metabolismo e melhora o humor. Pessoas que dormem cedo e acordam com o sol têm menor risco de depressão e obesidade.
2. Acordar naturalmente com o nascer do sol
Não havia despertador irritante. O corpo acordava naturalmente com a claridade, respeitando o ciclo circadiano. Isso garantia um despertar mais tranquilo e energizado.
3. Manter horários fixos para todas as refeições
Café da manhã às 6h, almoço ao meio-dia, jantar às 17h. Essa regularidade não era só costume, era saúde. O corpo criava uma rotina digestiva eficiente.
Pesquisas recentes sobre jejum intermitente mostram que nosso corpo funciona melhor com horários regulares de alimentação. Um artigo publicado na Cell Metabolism revelou que manter consistência nos horários das refeições melhora a sensibilidade à insulina e ajuda no controle do peso.
4. Jantar cedo, antes das 19h
O último alimento entrava no estômago no máximo às 18h, deixando pelo menos 3 horas pra digestão antes de dormir. Ninguém beliscava à noite.
Hoje sabemos que comer tarde prejudica o sono e favorece ganho de peso. Um estudo da Universidade da Pensilvânia mostrou que quem come após as 21h tem maior acúmulo de gordura e piores marcadores metabólicos.
5. Fazer pausas curtas durante o trabalho manual
O trabalho no campo ou em oficinas permitia pequenas pausas naturais pra tomar água, afiar ferramentas ou simplesmente respirar. Não era aquela maratona de 8 horas sem parar.
A Mayo Clinic recomenda levantar a cada 30 minutos pra melhorar a circulação e prevenir problemas posturais. Antigamente isso acontecia naturalmente.
6. Viver com rotinas estáveis e previsíveis
Cada dia seguia um ritmo parecido. Segunda-feira era dia de lavar roupa, terça de passar, quarta de feira. Essa previsibilidade trazia segurança emocional.
Segundo pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, rotinas estáveis reduzem significativamente os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, melhorando a saúde cardiovascular e mental.
7. Reservar tempo diário para silêncio e contemplação
Sem rádio ligado o dia todo, sem trânsito barulhento, havia momentos reais de silêncio. As pessoas sentavam na varanda e apenas observavam a natureza.
Um estudo alemão publicado no Heart journal descobriu que apenas dois minutos de silêncio são mais relaxantes para o cérebro e o coração do que ouvir música relaxante.
8. Fazer repouso após o almoço
Especialmente em regiões quentes, era comum uma pausa de 30 minutos a 1 hora depois do almoço. Não necessariamente dormir, mas descansar o corpo.
A Universidade de Harvard confirmou que cochilos de 20 a 30 minutos melhoram o desempenho cognitivo, a memória e reduzem o risco de doenças cardíacas.
9. Evitar excessos em todas as áreas da vida
Moderação era a palavra de ordem. Não havia comida industrial pra viciar, nem álcool em excesso nas casas. Tudo com equilíbrio.
10. Praticar gratidão através de orações antes das refeições
Agradecer a Deus pela comida era universal. Esse momento de pausa e gratidão trazia presença e paz.
Estudos da Universidade de Duke mostraram que práticas de gratidão diária melhoram a saúde mental, reduzem sintomas depressivos e aumentam a sensação de bem-estar.
Alimentação Natural e Tradicional
11. Preparar todas as refeições em casa
Não existia delivery nem restaurante na esquina. Tudo era feito em casa, do zero, com ingredientes simples e reconhecíveis.
Um estudo da Johns Hopkins revelou que pessoas que cozinham em casa consomem menos calorias, menos açúcar e menos gordura trans do que aquelas que comem fora regularmente.
12. Usar apenas alimentos da estação
Comer o que a terra dava na época era a única opção. Tomate no verão, abóbora no outono. Isso garantia alimentos mais nutritivos e saborosos.
Pesquisadores da Universidade de Copenhague descobriram que frutas e vegetais colhidos na estação certa contêm até 30% mais vitaminas e antioxidantes do que os mesmos alimentos fora de época.
13. Colher frutas e verduras no dia do consumo
A horta ficava no quintal. A alface era colhida na hora de fazer a salada, a laranja direto do pé pro suco.
14. Usar açúcar com extrema moderação
O açúcar refinado era caro e usado apenas em ocasiões especiais. Sobremesas eram raridades, não algo diário.
A Organização Mundial da Saúde recomenda que o consumo de açúcar não ultrapasse 10% das calorias diárias. Antigamente, isso acontecia naturalmente por conta da escassez e do preço.
15. Beber principalmente água pura
Água de poço, de nascente ou de filtro de barro. Essa era a bebida do dia a dia. Sucos eram ocasionais, refrigerante nem existia pra maioria.
16. Consumir ovos de galinhas criadas soltas
As galinhas ciscavam no terreiro, comiam minhocas, restos de comida e milho. Os ovos eram muito mais nutritivos.
Um estudo publicado no Renewable Agriculture and Food Systems mostrou que ovos caipiras têm mais ômega-3, vitamina E e betacaroteno do que ovos de galinhas confinadas.
17. Comer carne de animais criados naturalmente
Bois pastavam no campo, porcos eram criados soltos. A carne tinha outro sabor e qualidade nutricional superior.
18. Tomar leite fresco, direto da vaca
O leite era ordenhado pela manhã e consumido integral, sem passar por múltiplos processos industriais. Rico em gorduras boas e vitaminas lipossolúveis.
19. Preparar sopas e caldos cozidos lentamente
Panelas no fogão a lenha cozinhavam por horas. Caldos de osso, sopas de legumes, feijão no fogo o dia todo. Isso preservava e concentrava nutrientes.
A Universidade de Nebraska confirmou que caldos de galinha caseiros têm propriedades anti-inflamatórias reais, ajudando na recuperação de gripes e resfriados.
20. Fazer fermentação natural de alimentos
Pães de fermentação natural (levain), queijos artesanais, chucrute, picles caseiros. Esses processos não só conservavam alimentos, mas criavam probióticos naturais.
O British Journal of Nutrition publicou estudos mostrando que alimentos fermentados melhoram a saúde intestinal e fortalecem o sistema imunológico.
21. Respeitar intervalos longos entre refeições
Três refeições por dia, ponto. Não havia lanchinho a cada hora. O corpo tinha de 4 a 6 horas de descanso digestivo entre uma refeição e outra.
Pesquisas sobre jejum intermitente mostram que dar intervalos adequados entre refeições melhora a sensibilidade à insulina e favorece a autofagia celular, processo de limpeza e renovação das células.
22. Preservar alimentos através de técnicas tradicionais
Sem geladeira moderna, usavam sal, açúcar, vinagre, gordura e defumação pra conservar. Linguiças, carnes secas, compotas, geleias — tudo feito em casa.
23. Consumir vísceras e miúdos regularmente
Fígado, coração, moela, rim — nada se desperdiçava. Essas partes são riquíssimas em vitaminas do complexo B, ferro e outros nutrientes essenciais.
24. Usar banha de porco e manteiga verdadeira
As gorduras naturais eram a base da cozinha. Hoje sabemos que essas gorduras são mais estáveis pra cozinhar do que óleos vegetais refinados.
25. Comer devagar e mastigar bem
Sem televisão ou celular na mesa, as pessoas se concentravam na comida. Mastigavam bem cada garfada, o que melhora a digestão e a saciedade.
Movimento e Atividade Física Natural
26. Caminhar vários quilômetros todos os dias
Ir à escola, ao trabalho, à igreja, à venda — tudo a pé. Era comum caminhar 5, 10, até 15 km por dia.
A American Heart Association recomenda 10.000 passos diários. Antigamente, isso era facilmente alcançado apenas nas atividades cotidianas, sem precisar “fazer exercício”.
27. Trabalhar fisicamente de sol a sol
Carpir, plantar, colher, ordenhar, lavar roupa no tanque, varrer terreiros imensos — tudo exigia força física real.
Esse tipo de movimento funcional fortalece o corpo de forma equilibrada e natural, muito melhor do que exercícios isolados em máquinas de academia.
28. Caminhar após cada refeição principal
Era costume dar uma voltinha depois de comer, especialmente após o almoço. Uma caminhada leve de 10 a 15 minutos.
Um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, mostrou que caminhar apenas 10 minutos após as refeições reduz significativamente os picos de glicose no sangue, sendo especialmente benéfico para diabéticos.
29. Subir e descer escadas múltiplas vezes ao dia
Sem elevadores, subir escadas era inevitável. Casas de dois andares, subir no telhado pra consertar, descer ao porão.
Pesquisadores da Universidade McMaster descobriram que subir escadas é um dos exercícios mais eficientes para melhorar a saúde cardiovascular em pouco tempo.
30. Carregar pesos regularmente
Água do poço, sacos de farinha, lenha, baldes de roupa molhada — carregar peso fazia parte da rotina diária.
31. Manter postura natural através do trabalho variado
Trabalhar agachado na roça, sentar no chão, carregar coisas na cabeça — isso desenvolvia postura, equilíbrio e força core de forma orgânica.
32. Andar descalço em casa e no quintal
Sapatos eram caros e guardados pra ocasiões especiais. Em casa e no terreiro, pés descalços eram a norma.
Um estudo publicado no Journal of Environmental and Public Health sugere que o contato direto dos pés com a terra pode ter efeitos anti-inflamatórios através da troca de elétrons com o solo.
33. Realizar tarefas manuais que exigiam coordenação
Costurar, fazer renda, trançar cordas, talhar madeira, fiar lã — atividades que desenvolviam coordenação motora fina e mantinham a mente focada.
34. Fazer pequenos consertos em vez de descartar
Consertar cercas, remendar roupas, afiar ferramentas, reformar móveis — nada era jogado fora. Isso mantinha o corpo ativo e a mente engajada.
35. Permitir que crianças brincassem livremente ao ar livre
Crianças passavam o dia subindo em árvores, correndo, jogando bola, nadando no rio. Brincadeiras ativas, não passivas.
A Academia Americana de Pediatria alerta que crianças precisam de pelo menos 60 minutos de atividade física vigorosa diária, algo que acontecia naturalmente nas brincadeiras antigas.
Contato Profundo com a Natureza
36. Tomar sol durante o trabalho ao ar livre
Trabalhar na roça, cuidar dos animais, estender roupa — tudo garantia exposição solar diária moderada, fundamental para vitamina D.
A Universidade de Harvard estima que 1 bilhão de pessoas no mundo têm deficiência de vitamina D hoje, problema praticamente inexistente há 100 anos quando as pessoas viviam mais ao sol.
37. Respirar ar puro e limpo
Longe da poluição industrial das grandes cidades, especialmente em áreas rurais, o ar era limpo. Isso reduzia problemas respiratórios e alergias.
38. Ventilar a casa completamente todos os dias
Todas as manhãs, abrir janelas e portas pra renovar o ar. Isso reduzia mofo, umidade e ácaros.
A Environmental Protection Agency confirma que a qualidade do ar interno pode ser até 5 vezes pior que o ar externo se não houver ventilação adequada.
39. Banhar-se em rios, lagos ou no mar
Quando possível, banhos naturais em água corrente eram comuns. O contato com água natural tinha efeitos revigorantes.
Estudos modernos sobre talassoterapia (terapia com água do mar) mostram benefícios para pele, articulações e sistema respiratório devido aos minerais presentes.
40. Passar tempo sentado em varandas e jardins
Sentar no terraço ao entardecer, cuidar das flores, observar as plantas crescerem — esses momentos traziam calma.
A Universidade de Exeter, na Inglaterra, descobriu que passar apenas 120 minutos por semana na natureza melhora significativamente a saúde e o bem-estar geral.
41. Cultivar uma horta para consumo familiar
Cada família tinha sua horta com alface, tomate, cenoura, temperos. Isso garantia alimento fresco e ainda proporcionava atividade física leve e terapêutica.
42. Secar roupas e roupas de cama ao sol
O sol desinfeta naturalmente os tecidos, eliminando bactérias, fungos e ácaros de forma eficaz e gratuita. Além disso, o cheiro de roupa seca no varal é incomparável.
43. Usar ervas medicinais do quintal
Hortelã pra dor de barriga, camomila pra acalmar, boldo pro fígado, erva-cidreira pra gripe — a farmácia ficava no quintal.
Muitas dessas ervas têm eficácia comprovada pela ciência. O European Medicines Agency reconhece oficialmente dezenas de plantas medicinais com benefícios documentados.
44. Aproveitar noites estreladas ao ar livre
Sem poluição luminosa, as noites eram realmente escuras e as estrelas brilhavam. Era comum sentar fora nas noites quentes.
A exposição à escuridão natural ajuda na produção de melatonina, hormônio essencial para o sono de qualidade.
45. Conviver com animais domésticos e de criação
Galinhas, vacas, cavalos, cachorros, patos, perus — o contato diário com animais trazia responsabilidade e conexão com a natureza.
Pesquisas mostram que conviver com animais reduz estresse, pressão arterial e melhora o sistema imunológico, especialmente em crianças.
Saúde Emocional e Vida Comunitária
46. Fazer todas as refeições em família
Café, almoço e jantar — todos sentavam juntos à mesa. Era momento sagrado de união, conversa e conexão.
Pesquisas da Universidade de Columbia mostraram que adolescentes que fazem refeições em família têm menor risco de depressão, uso de substâncias e problemas alimentares.
47. Visitar parentes e vizinhos regularmente
As visitas eram frequentes, geralmente aos domingos ou após o trabalho. Caminhava-se até a casa dos outros, combinando socialização com exercício.
48. Conversar sem pressa nem distrações
Não havia pressa. As pessoas sentavam na varanda e tinham conversas saudáveis, fortalecendo vínculos profundos e verdadeiros.
Um estudo da Universidade de Michigan confirmou que conversas profundas aumentam a sensação de felicidade e conexão muito mais do que conversas superficiais.
49. Participar ativamente da vida comunitária
Festas religiosas, mutirões para construir casas ou colher — a comunidade se reunia e se ajudava constantemente.
O senso de pertencimento a uma comunidade é um dos fatores mais importantes para longevidade, segundo pesquisas sobre as “Zonas Azuis”, regiões do mundo onde as pessoas vivem mais de 100 anos.
50. Viver com frugalidade e simplicidade voluntária
Menos coisas significava menos preocupações. As pessoas tinham poucas roupas, poucos móveis, poucos objetos — e isso bastava. A frugalidade não era privação, era liberdade.
Estudos psicológicos modernos confirmam que o excesso de posses e opções aumenta ansiedade e reduz satisfação. A simplicidade antiga trazia paz mental.
51. Ler em Vez de Estímulos Rápidos
Livros eram o entretenimento. A leitura estimula o cérebro de forma profunda.
Um estudo da Universidade de Sussex mostrou que ler por apenas 6 minutos reduz os níveis de estresse em até 68%, mais do que ouvir música ou tomar chá.
52. Convivência Entre Gerações
Avós, pais, filhos e netos conviviam diariamente. Isso transmitia sabedoria, valores e suporte emocional.
Pesquisas indicam que idosos que convivem com crianças têm menor risco de demência e depressão.
53. Ajudar os Outros
A caridade era natural. Ajudar vizinhos, cuidar de quem estava doente, compartilhar comida com os necessitados — tudo isso fortalecia o senso de propósito.
Um estudo da Universidade de Michigan revelou que ajudar outras pessoas aumenta a longevidade mais do que receber ajuda ou fazer exercícios.
Como Voltar a Esses Hábitos Hoje?
Você não precisa abandonar a vida moderna pra colher os benefícios desses hábitos. Pequenas mudanças já fazem diferença:
- Comece com 3 hábitos: escolha três da lista que façam sentido pra sua rotina
- Vá devagar: não mude tudo de uma vez
- Adapte à sua realidade: more em apartamento? Cultive temperos no vaso. Não tem quintal? Vá a um parque
- Envolva a família: refeições juntos fortalecem vínculos
- Volte a cozinhar: mesmo que seja um prato simples por semana
- Diminua as telas: principalmente antes de dormir
- Caminhe mais: desça um ponto antes, use escadas
- Conecte-se com pessoas: visite, telefone, converse de verdade
Perguntas Frequentes
Quais eram os principais hábitos saudáveis praticados antigamente?
Os principais hábitos incluíam dormir cedo e acordar com o sol, comer comida feita em casa com ingredientes naturais, caminhar longas distâncias diariamente, trabalhar fisicamente, ter contato regular com a natureza, comer em família e manter uma vida comunitária ativa.
Por que as pessoas antigamente eram mais saudáveis?
As pessoas antigamente eram mais saudáveis porque tinham atividade física natural no dia a dia, comiam alimentos não processados, respeitavam os ritmos do corpo (como dormir cedo), tinham menos estresse crônico e mantinham fortes conexões sociais e familiares.
Como posso aplicar hábitos antigos na vida moderna?
Você pode começar cozinhando mais em casa, caminhando sempre que possível, reduzindo o tempo de tela, mantendo horários regulares para refeições e sono, cultivando uma pequena horta (mesmo em vasos), tomando sol pela manhã e priorizando refeições em família sem distrações.
Quais alimentos eram consumidos antigamente que são mais saudáveis?
Antigamente consumia-se mais comida feita em casa, alimentos frescos e da estação, ovos caipiras, carnes de animais criados soltos, leite fresco, sopas e caldos caseiros, pães de fermentação natural, verduras da horta e frutas colhidas no dia.
O que a ciência diz sobre os hábitos de vida antigos?
Diversos estudos científicos comprovam que hábitos tradicionais como caminhar após as refeições, manter horários regulares de sono, comer alimentos não processados, ter contato com a natureza e manter vínculos sociais fortes reduzem significativamente o risco de doenças crônicas e aumentam a longevidade.
Como era a rotina diária das pessoas antigamente?
A rotina incluía acordar com o sol, tomar café da manhã em família, trabalhar fisicamente (na roça, em casa ou no comércio), fazer pausas regulares, almoçar em horário fixo seguido de descanso, continuar o trabalho da tarde, jantar cedo com a família e dormir logo após o escurecer.
Dormir cedo realmente faz diferença na saúde?
Sim, dormir cedo e acordar com o sol alinha nosso relógio biológico com os ritmos naturais, melhora a qualidade do sono, facilita a produção de hormônios importantes, reduz o risco de obesidade e depressão, e melhora o metabolismo segundo estudos da Universidade de Northwestern.
Por que caminhar era tão importante antigamente?
Caminhar era a principal forma de transporte, fazendo as pessoas atingirem facilmente 10.000 passos diários. Isso mantinha o peso saudável, fortalecia o sistema cardiovascular, melhorava a circulação e proporcionava contato social e com a natureza durante os trajetos.
Comece Sua Transformação Hoje
Agora você conhece 53 hábitos saudáveis praticados antigamente que realmente funcionam. Não são modismos ou teorias complicadas — são práticas testadas por gerações e confirmadas pela ciência moderna.
O segredo não está em voltar completamente ao passado, mas em resgatar a sabedoria dos nossos avós e adaptá-la à nossa realidade. Você não precisa morar no campo ou abandonar a tecnologia. Precisa apenas fazer escolhas mais conscientes no seu dia a dia.
Comece hoje mesmo. Escolha três hábitos da lista que façam sentido pra você. Durma meia hora mais cedo. Cozinhe uma refeição em casa. Dê uma volta depois do almoço. Pequenas mudanças se acumulam e transformam a saúde de verdade.
Lembre-se: seus avós não tinham academias caras, nutricionistas nem aplicativos de saúde. E mesmo assim, viviam com mais vitalidade e menos doenças crônicas do que vemos hoje. A resposta sempre esteve na simplicidade.
Que tal experimentar e sentir a diferença? Seu corpo e sua mente vão agradecer.
Principais Aprendizados
- Simplicidade é saúde: os hábitos mais eficazes são os mais simples e naturais
- Movimento natural: atividade física integrada ao dia a dia é mais sustentável que exercícios forçados
- Comida de verdade: alimentos frescos e caseiros superam qualquer suplemento
- Ritmos naturais: respeitar o relógio biológico melhora sono, metabolismo e humor
- Conexão social: família e comunidade são pilares fundamentais da saúde mental
- Contato com a natureza: sol, ar puro e plantas têm efeitos terapêuticos comprovados
- Moderação em tudo: evitar excessos protege o corpo e a mente
- Horários regulares: rotinas estáveis reduzem estresse e melhoram a saúde
- Trabalho manual: atividades com as mãos acalmam a mente e desenvolvem habilidades
- Menos é mais: viver com simplicidade traz mais liberdade e menos ansiedade
Fontes Científicas
- The Lancet – Traditional lifestyles and chronic disease: https://www.thelancet.com
- Northwestern University – Light exposure and metabolism: https://www.northwestern.edu
- Cell Metabolism – Meal timing and health: https://www.cell.com/cell-metabolism
- University of Pennsylvania – Late-night eating effects: https://www.upenn.edu
- Mayo Clinic – Movement breaks recommendations: https://www.mayoclinic.org
- Heart Journal – Silence and cardiovascular health: https://heart.bmj.com
- Harvard University – Napping benefits: https://www.harvard.edu
- Johns Hopkins – Home cooking study: https://www.hopkinsmedicine.org
- University of Copenhagen – Seasonal produce nutrition: https://www.ku.dk
- WHO – Sugar intake recommendations: https://www.who.int
- Renewable Agriculture and Food Systems – Pasture-raised eggs: https://www.cambridge.org
- University of Nebraska – Chicken soup properties: https://www.unmc.edu
- British Journal of Nutrition – Fermented foods: https://www.cambridge.org/bjn
- American Heart Association – Walking guidelines: https://www.heart.org
- University of Otago – Post-meal walking: https://www.otago.ac.nz
- McMaster University – Stair climbing benefits: https://www.mcmaster.ca
- Journal of Environmental and Public Health – Grounding effects: https://www.hindawi.com
- American Academy of Pediatrics – Children’s physical activity: https://www.aap.org
- Harvard Medical School – Vitamin D deficiency: https://www.health.harvard.edu
- EPA – Indoor air quality: https://www.epa.gov
- University of Exeter – Nature exposure study: https://www.exeter.ac.uk
- European Medicines Agency – Herbal medicines: https://www.ema.europa.eu
- WHO – Noise pollution health effects: https://www.who.int
- Columbia University – Family meals benefits: https://www.columbia.edu
- University of Michigan – Conversation and happiness: https://www.umich.edu
- Blue Zones research – Longevity factors: https://www.bluezones.com
- University of Sussex – Reading and stress reduction: https://www.sussex.ac.uk
Última revisão do artigo em 15 de setembro de 2026 por Daniella Camilozzi